Morte de jornalistas

Observatório da Imprensa

Crimes contra jornalistas crescem em todo o mundo. A Ásia é o continente onde mais morreram profissionais nos últimos cinco anos, foram 198 mortes. Já na Europa, continente considerado mais seguro, foram 40. Somente neste ano, 98 profissionais da imprensa foram mortos, sendo sete no Brasil, e outros 23 casos estão sob investigação. O nosso país está empatado no terceiro lugar com o México, onde mais morreram jornalistas. A Síria, que vive um conflito armado desde o ano passado, no qual a população exige a saída do poder do ditador Bashar al Assad, é a líder do ranking de 2012 até o momento, com 25 mortos, e em segundo lugar está a Somália com 12 casos, conforme dados do International News Safety Institute (INSI),

De acordo com análise feita pelo Comitê para Proteção dos Jornalistas (CPJ), a maioria desses profissionais não foi morta em campo de batalha, ou enquanto faziam pesquisas, mas sim a sangue frio, muitas vezes por represália ao seu trabalho, por informar sobre corrupção do governo, crime, tráfico de drogas, ou de atividades de grupos rebeldes. Nos últimos 20 anos, 940 jornalistas foram mortos em todo mundo, desses, 581 seguem com total impunidade. Sendo que 41% deles cobria política.

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Sobre Antonio S. Silva
Jornalista, mestre pela PUC/SP, doutor pela UnB e professor da (UFMT). Importante o diálogo para construir um país melhor.

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