ONG mostra abuso contra mulheres jornalistas

Folha de S. Paulo

Pesquisa diz que 2/3 sofreram intimidação

Uma pesquisa da Fundação de Mulheres na Mídia, com sede em Washington, revelou ontem que 2/3 das jornalistas entrevistadas sofreram alguma forma de intimidação, ameaças ou abuso em seu trabalho.

A maioria dessas agressões aconteceu no local de trabalho, feita por chefes, supervisores e colegas. Mas a maior parte desses incidentes nunca foi denunciada –ainda que as entrevistadas tenham dito que foram afetadas psicologicamente.

A pesquisa, feita em colaboração com a Unesco, ouviu mil jornalistas mulheres em todo o mundo.

O relatório, de 40 páginas, também alerta para o aumento de xingamentos e de ameaças de morte na internet para jornalistas mulheres, fala de segurança digital e cobra medidas e preparo para as organizações de mídia.

A organização foi criada em 1990 por um grupo de jornalistas de Washington e promove cursos de liderança para mulheres na mídia e premia anualmente destaques femininos na imprensa pelo mundo. (RJL)

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Sobre Antonio S. Silva
Jornalista, mestre pela PUC/SP, doutor pela UnB e professor da (UFMT). Importante o diálogo para construir um país melhor.

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