A CUNHA DO JORNALISMO

nodebate – Neste tempo de crise, o presidente da Câmara dos Deputados, vem se tornando – ou melhor se tornou – uma espécie de herói do impeachment contra o governo, apesar de um comportamento política dos anti-heróis. Estranhamente que a grande mídia discorra todos os dias sobre democracia, sendo o único caminho para um país mais justo, com desenvolvimento econômico e, entende-se, social. No entanto, tem entre os seus personagens legitimados o peemedebista Eduardo Cunha.

Haverá análise no Congresso brasileiro do impeachment do herói, Cunha? Haverá algum julgamento? Como está o processo na Comissão de Ética na Câmara Federal?

A relação umbilical do deputado com o vice-presidente, Michel Temer, nas artimanhas políticas, neste momento, não serve como questionamento sobre as pretensões do vice-presidente, no sentido de “salvar” o Brasil? Contudo, Temer ganhou ares, neste grupo seleto do jornalismo dependente, do mordomo que salvará o país da bancarrota. Ora, ora!

Convenhamos, a realidade que se passa na grande mídia brasileira e no Congresso Nacional está longe da lógica vivida pelos brasileiros no cotidiano. Será mesmo que uma ditadura precisa ter a representação simbólica das baionetas para concretizar de fato? Não seria possível acreditar que através de parlamentares incapazes, na representação de terceiros seria possível subverter a ordem democrática? Qual o papel do judiciário neste tabuleiro de xadrez político, apenas da política liberal? Afinal, de que ordem estamos falando?

O que farão os senhores deputados radicalizados na vivência do fisiologismo empresarial, quando cobrados sobre a imoralidade da representação política? Talvez o Brasil não seja mesmo dos brasileiros, sequer haja uma lógica psíquica para entender a política colonial, amparada pelo eterno Jornalismo das grandes redes, na modernidade estrangeira.

Anúncios

Folha de S. Paulo

Marco Civil da Internet é aprovado na Câmara e passará a apreciação no Senado.

Após quase três anos de embates, Câmara aprova a ‘lei da internet’

Para garantir vitória, governo recuou em ponto prioritário e atendeu demandas de deputados. Texto segue agora para o Senado; governo quer garantir votação final antes de seminário sobre a web, em abril

Depois de dois anos e sete meses de embates, negociações e intensos lobbies, a Câmara dos Deputados aprovou na noite ontem o chamado Marco Civil da Internet, uma espécie de “Constituição”, com princípios e garantias, direitos e deveres na rede. A aprovação se deu em votação simbólica (sem registro nominal de votos), com oposição só do PPS. O texto agora segue para o Senado.

Conjunto de normas que contrapôs interesses do Planalto, empresas de telecomunicações, sites, Ministério Público, entre outros, o Marco Civil tem como um de seus principais pontos a chamada “neutralidade da rede”. A norma prevê o acesso a todos os sites e produtos dentro da mesma velocidade de conexão, impedindo empresas de telecomunicação de, por exemplo, privilegiar o acesso a sites parceiros em detrimento de concorrentes, ou cobrar preços distintos de acordo com o acessado.

Com tantos interesses envolvidos e longe de um consenso, a matéria chegou a bloquear por cinco meses a votação de outras propostas na Câmara dos Deputados. Nas últimas semanas, o governo cedeu em pontos tido como prioritários e negociou cargos, liberação de recursos para obras apadrinhadas por congressistas no Orçamento. Com isso, acabou obtendo o apoio do chamado “blocão”, o grupo de partidos liderados pelo PMDB que se rebelou na Câmara dos Deputados.

Em abril, o Brasil sediará conferência internacional sobre internet, e o governo Dilma Rousseff quer apresentar a nova lei como uma de suas realizações na área. A maior resistência ao texto era do PMDB, que defendia mudanças nos termos da neutralidade da rede. O partido se colocava ao lado das empresas de telefonia, que gostariam de comercializar pacotes de acordo com o nível de consumo de cada usuário.

Com o texto aprovado ontem, as teles ficam obrigadas a manter o consumo livre. Assim, o usuário pode navegar por onde quiser no limite de seu pacote de dados e velocidade contratado.

Para evitar uma derrota, o governo recuou na exigência de nacionalização dos centros de armazenamento dos dados dos usuários, após forte lobby de empresas como Google e Facebook, que alegavam custos exorbitantes para manterem no país estrutura de armazenamento de dados de usuários.

A medida chegou a ser defendida por Dilma como uma resposta à revelação de que autoridades brasileiras foram espionadas por um órgão do governo norte-americano.

Entre as novidades do texto aprovado ontem está a de que os provedores só serão responsabilizados pela publicação de conteúdo de terceiros caso ignorem decisão judicial determinando a retirada. Hoje é comum que eles retirem a publicação após uma mera notificação, como forma de se precaver de problemas judiciais.

No caso de conteúdo pornográfico, a página que disponibilizar imagens ou vídeos que violem a intimidade de terceiros será responsabilizada. Essa medida foi incluída como resposta à série de escândalos envolvendo pessoas que postaram na internet fotos íntimas de seus ex-relacionamentos, a chamada “vingança pornô”.

Governo brasileiro quer e-mail nacional

Folha de S. Paulo

O governo brasileiro encomendou aos Correios o desenvolvimento de um sistema nacional de e-mail. Previsto para ser lançado no segundo semestre de 2014, ele terá como mote comercial a segurança contra “bisbilhotices”.

O plano é criar uma alternativa brasileira aos populares Hotmail, da Microsoft, e Gmail, do Google.

A estatal já vinha trabalhando em um sistema de correspondência eletrônica para fins empresariais, que contaria com certificação de entrega ao ser lido pelo destinatário.

Após o mundo conhecer casos de espionagem do governo dos Estados Unidos, o Ministério das Comunicações pediu que o escopo do negócio fosse ampliado para um serviço nacional.

LEIA MAIS

Espionagem motiva governo a aprovar regulamentação da internet

Folha de S. Paulo

Espionagem viola soberania, diz Dilma

Presidente reage a notícia de que governo dos EUA monitora comunicações no Brasil e diz não aceitar interferência. Segundo jornal ‘O Globo’, país é um dos alvos prioritários da NSA, agência ligada ao governo americano

Paulo Bernardo, ministro das comunicações: Brasil vai investigar espionagem feita pelos EUA

Em reação às informações de espionagem dos EUA no Brasil, a presidente Dilma Rousseff afirmou ontem não concordar com “interferências dessa ordem”.

O governo decidiu investigar o caso e acelerar a aprovação de um marco civil da internet no Congresso.

“Se houver participação de outros países, outras empresas que não aquelas brasileiras, seguramente é violação de soberania, sem dúvida, como é violação de direitos humanos”, disse após evento no Palácio do Planalto.

Segundo ela, é preciso acompanhar o episódio “sem precipitação e sem prejulgamento”. “Não concordamos com interferências dessa ordem no Brasil como em qualquer outro país.”

Reportagem do jornal “O Globo” informou que o Brasil é um dos alvos prioritários da espionagem da NSA (Agência de Segurança Nacional), órgão dos EUA.

A revelação do caso fez com que o governo reagisse em várias frentes. A Polícia Federal vai investigar as denúncias sobre espionagem de comunicações eletrônicas e telefônicas no Brasil, apurando se empresas brasileiras cooperaram com o esquema.

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) também abriu procedimento para apurar se as teles brasileiras repassaram dados aos EUA, violando assim o sigilo de dados e comunicações de cidadãos brasileiros

O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal informou por meio de nota que está “perplexo e indignado” com notícias de eventuais espionagens.

“Nenhuma prestadora de serviços de telecomunicações associada ao SindiTelebrasil provê ou facilita informações que possam quebrar o sigilo de seus usuários, salvo mediante ordem judicial na forma da lei brasileira”, diz.

Como resposta política ao episódio, o governo trabalhará para aprovar o marco civil da internet na Câmara e no Senado antes do recesso parlamentar, em 18 de julho.

A ideia é endurecer a proposta, prevendo obrigatoriedade de armazenagem de dados de brasileiros no próprio país e rever pontos no texto que tratam de privacidade.

Ponto polêmico no projeto e alvo do lobby de empresas de telecomunicações, a guarda de dados motivou um dos vários impasses que impediram sua votação em plenário no fim do ano passado.

Dilma informou ainda que o governo já enviou ao embaixador brasileiro nos Estados Unidos e ao embaixador americano no Brasil um pedido de explicações.

Também decidiu, disse ela, encaminhar uma discussão na União Internacional de Telecomunicações pedindo para tomar medidas para segurança cibernética.

“Ao mesmo tempo, vamos apresentar proposta à Comissão de Direitos Humanos da ONU, uma vez que um dos preceitos fundamentais é a garantia da liberdade de expressão, mas também de direitos individuais, principalmente da privacidade, garantido na nossa Constituição.”

Nos EUA, uma porta-voz do Departamento de Estado disse que o governo “reúne informações de inteligência como fazem todos os países”. “Temos conversado com os brasileiros sobre esses fatos.”

Governo prefere o silêncio sobre regulamentação da mídia

Carta Capital/Intervozes

Comunicação é pauta de protestos, mas não do governo

Nesta quarta-feira, manifestantes foram à porta da TV Globo em 3 capitais; apesar das críticas, não há proposta do governo para a democratização das comunicações

Por Helena Martins*

protesto globo.jpg

Manifestantes durante protesto pela democratização da mídia, na sede da Globo no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro

Nesta quarta-feira (3), em São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza, centenas de pessoas foram às ruas protestar contra a Rede Globo. Movidas inicialmente pela crítica à cobertura da mídia acerca das manifestações de junho, elas cobraram mais diversidade e a efetivação de políticas que ampliem as vozes que circulam na esfera pública midiática.

Apesar das críticas à mídia, o Governo Federal mantém-se calado quando o assunto é a democratização da comunicação. Os cinco pactos lançados pela Presidenta Dilma Rousseff – equilíbrio fiscal, mobilidade urbana, saúde, educação e Reforma Política – em nada interferem na brutal concentração que marca o sistema midiático brasileiro. Já ao anunciar outras medidas, nesta segunda-feira, após reunião com a equipe ministerial, mais uma vez a Presidenta se furtou a colocar as mãos no vespeiro dos grandes meios de comunicação de massa.

Os bastidores do encontro e uma breve análise das políticas adotadas mostram os motivos desse silêncio. Segundo a Folha de S. Paulo, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, teria dito na reunião com Dilma que não é hora de se travar uma discussão sobre a regulação da mídia. Já para a revista Veja, em entrevista às páginas amarelas concedida em meio ao furacão de protestos que tomou o Brasil, Bernardo fez coro com aqueles que igualam a regulação da mídia à censura, deixando claro com quem busca dialogar efetivamente.

As declarações, contudo, apenas reforçam uma opção política que, na prática, tem se mostrado bastante conservadora. Não por acaso, foi deste governo que veio a desoneração de R$ 6 bilhões para as empresas de telecomunicações, bem como a proposta de entregar à iniciativa privada os bens reversíveis do processo de privatização das telecomunicações – um considerável patrimônio público –, em troca do desenvolvimento de infraestrutura também privada. A política só foi desencorajada após protestos dos movimentos que debatem o tema, em especial da campanha “Banda Larga é um direito seu!”.

As poucas iniciativas do Ministério das Comunicações em termos de regulação do setor não passam de mudanças administrativas fragmentadas. No campo das rádios comunitárias, por exemplo, elas não apenas são incapazes de mudar a realidade como, ao contrário, podem se tornar ainda mais restritivas ao exercício da liberdade de expressão. Em abril, a portaria 112 manteve punições severas para o setor comunitário enquanto reduziu as sanções, para as emissoras comerciais, a um limite de R$ 80 mil em multas, mesmo diante de infrações gravíssimas. O valor, irrisório frente aos vultosos lucros das empresas, pode ser considerado um incentivo ao desrespeito às normas em vigor.

Outras mudanças estão sendo levadas a cabo com pouco ou nenhum debate público. A opção do Ministério das Comunicações tem sido dialogar prioritariamente com os interesses empresariais, colocando em risco a sobrevivência das emissoras do campo público e comunitário. Enquanto o governo pretende, por exemplo, liberar a faixa dos 700MHz para a banda larga móvel, favorecendo as teles, emissoras como a TV Senado, TV Câmara, emissoras educativas e, inclusive, a TV Brasil correm o risco de ficar sem espaço no espectro com o fim das transmissões analógicas.

Os exemplos deixam claro que a postura do Ministério das Comunicações diante da demanda de abertura de um debate público sobre a regulamentação das comunicações não é novidade. Paulo Bernardo há tempos escolheu alinhar-se aos interesses comerciais, frustrando aqueles que imaginavam que um primeiro ministro do Partido dos Trabalhadores à frente da pasta seria capaz de comprar enfrentamentos neste campo. Tendo em vista o período de mudanças que vivenciamos, resta saber se os ventos que sacudiram prefeituras, governos estaduais e mesmo o Governo Federal serão capazes de redirecionar também as políticas de comunicação. Estas, até agora, infelizmente, continuam fora da pauta apresentada como resposta às reivindicações populares.

*Helena Martins é jornalista, editora da TV Brasil e mestra em Comunicação Social pela Universidade Federal do Ceará

Desabafo jornalístico

Correio do Brasil

Demissão para ministra Helena Chagas

 

Ministra Helena Chagas bem faria se entregasse sua demissão

A ministra da Comunicação Social, Helena Chagas, não previu, com sua incompetência, os riscos de financiar o monopólio da informação pela grande imprensa.

Ministra Helena Chagas, antes de tudo, quero lhe transmitir meus mais efusivos cumprimentos por sua inédita e vitoriosa campanha publicitária – nunca, digo bem, nunca, o Brasil mereceu tanto destaque na mídia internacional.

Durante dias, não só aqui na Europa, como em todos os países do mundo, o Brasil foi manchete. Bandeiras, verde e amarelo, fogos, manifestações de rua como num enorme carnaval, polícia brincando de pega-pega com jovens maratonianos, brindes ousados com coquetéis molotov, nenhuma pré-estréia da Copa do Mundo poderia ter sido melhor do que essa armada, na maior discreção, por seu Ministério.

Parabéns Helena Chagas ! Como alguém tão recatada, embora participe de todos os trens da alegria nunca se vê na imprensa e nem nas imagens dos seus amigos do Jornal Nacional, seu rosto de sorriso superior com óculos escuros, conseguiu tão grande façanha ?

Imagine Helena que, aqui na Europa, muitos jornais e canais de televisão compararam a explosão juvenil em São Paulo, no Rio e outras capitais, numa versão Iphone moderna, movimentada e nada fiel à Ópera dos 20 Vintens de Bertold Brecht, com o rebentar da primavera árabe na orla africana mediterrânea !

Acho que aí você exagerou, porque sua fiel amiga, a presidenta, que lhe reserva sempre um lugar nas comitivas, foi comparada com Ben Ali, Khadafi, Hosni Mubárak, como se os jovens no Brasil quisessem se descartar da ditadora Dilma Rousseff.

Provavelmente não foi culpa sua, acredito mesmo na sua inocência, mas seus amigos, aos quais você concede mais de 70% da verba de publicidade da União e, recentemente, uma isenção de pagamentos sociais, que lhes permite economizar quase um bilhão e meio de reais, ainda estão cagando de rir dessa troça passada na imprensa internacional.

Em apenas dois dias, a imagem do Brasil foi para o brejo e vale agora o que o Globo, Folha, Estadão, Band tinham tentado impor há tantos anos sem conseguir, desde Lula até sua vitoriosa gestão nas Comunicação Social do Governo. Com um pouco de chance é até capaz de ganhar um promoção ou de lhe oferecerem um caché especial numa conta secreta nas ilhas Caimãs.

Terminado o elogio, lhe peço, com o maior respeito, aquele gesto de honra digno dos grandes perdedores – demita-se.

Uma pessoa com o cargo de responsável pela Comunicação Social de um país tão grande e tão importante como é este novo Brasil não pode se permitir o luxo de errar. Uma pessoa capacitada para esse cargo tem de lançar bases sólidas de comunicação e tem de saber prever. Não foi seu caso – nem lançou bases sólidas e nem soube prever. Ou seja, além de ser a ministra menos visível é a mais incompetente e a mais medíocre.

Demita-se!

Não sou apenas eu, um simples e anônimo jornalista em fim de carreira, que lhe solicita encarecidamente esse ato de contrição, de reconhecimento por ter favorecido o inimigo no momento mais inoportuno possível. Numa rápida pesquisa pelo Google sobre a questão do favorecimento desproporcional e escandaloso da grande mídia brasileira constatei haver colegas mais credenciados e mais conhecidos que eu, assim como parlamentares do próprio PT insatisfeitos com sua gestão que premia os linchadores da nossa masoquista presidenta.

Não sei se chegou a imaginar, porém sua falta de previdência e competência pode ter provocado reações políticas irreversíveis. A reeleição de Dilma não está mais assegurada. Haddad, o prefeito de São Paulo, colocado por Lula para ser um futuro governador e presidente, e assegurar uma renovação, bobeou, pisou na bola e perdeu o difícil capital paulistano que lhe fora presenteado por Lula.

Acuada, vexada e mesmo desmoralizada pela imprensa internacional talvez nossa grande presidenta não lhe peça, por uma questão de cortesia. Mas eu e tantos outros que apoiarão este sincero pedido, nós lhe rogamos ministra Helena Chagas – demita-se !
(Publicado originalmente no site Direto da Redacao)

Rui Martins, jornalista, escritor, correspondente em Genebra

Em publicidade na Índia, Berlusconi aparece com mulheres no porta-malas

Folha

Fazendo o sinal de vitória e no comando de um carro vermelho, uma caricatura do ex-premiê italiano Silvio Berlusconi leva no porta-malas três mulheres com mãos e pés atados. “Deixe as preocupações para trás”, diz o slogan.

Idealizado para promover o Figo -o novo carro da Ford- na Índia, esse anúncio não chegou a ser distribuído oficialmente nem impresso em jornais, mas foi publicado durante horas no site da agência de publicidade JWT Índia e causou polêmica no país por seu teor machista.

A filial indiana da Ford pediu desculpas pela imagem em um comunicado reproduzido pelo jornal “The Hindu”.

“Os desenhos são contrários aos padrões de profissionalismo e decência da Ford e de nossos sócios. Estamos revisando os processos de aprovação e de supervisão para garantir que algo assim não volte a ocorrer”, disse a empresa.

Outras caricaturas usadas na mesma campanha exibem pilotos de F-1 no porta-malas do mesmo veículo, conduzido pelo heptacampeão Michael Schumacher. A socialite Paris Hilton aparece em outro modelo do anúncio.

O grupo de publicidade WPP -ao qual pertence a JWT Índia- argumentou que o vazamento dos anúncios “foi resultado de um ato individual sem a supervisão adequada”.

A imprensa indiana criticou a utilização de mulheres como objetos sexuais. O estupro coletivo e morte de uma jovem em dezembro levantou um amplo debate no país sobre a violência contra a mulher.

%d blogueiros gostam disto: